Um conhecido meu disse que, na Alemanha, o custo do acesso à banda larga de 16Mbps não seria de 16 Euros, mas, sim de 16 Euros para uma banda de 32Mbps (trinta e dois Mbps!).. Quem tem mais dados comparativos sobre as planilhas de exploração dos serviços de telecom/TIC fora e aqui no Brasil?... Poderia comentar mais abrangentemente?
Não se trataria, simples ou simplistamente, de indícios de que o(a) brasileiro(a) paga mais pelos acessos aos serviços de telecom/TIC. Também tratar-se-ia de que os órgãos relacionados ao sistema de concorrência, livre iniciativa e de regulação, desde 1998, em especial, não estariam plenamente servidos de informações por parte das operadoras e estariam com condições precárias de sensoriamento da livre concorrência. Portanto, o consumidor e demais pessoas dependentes do sistema de telecomunicações não teriam como auferir benefícios sistêmicos.
A Telebras reavivada deve, sob a luz de ponderações como essas, voltar a exercer um papel de referência e contribuir para que os preços para a clientela, e para a sociedade em termos gerais, vá a patamares condizentes com a tecnologia contemporaneamente disponível. Pode-se inferir algo análogo, porém, não a isso restrito, com o que realizou a entrada da tecnologia Trópico no mercado, ante aos custos médios, na época, dos terminais integrados.
Desnecessário seria o jornalismo especializado comentar, através dos nomes mais famosos ou dos menos conhecidos, que esse grande tamanho generalizado dos preços de um insumo vital como são as telecom/TIC, inflaciona a economia como um todo e contribui drástica ou dramaticamente com o custo Brasil.
Poderão, talvez, exercendo apropriadamente o jornalismo investigativo focado e remunerado para tal, mostrar à sociedade o quanto esse custo é mais impactante que os investimentos em saúde, em educação e no bem-estar das pessoas aposentadas e pensionistas.
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